Mujeres, políticas de drogas y encarcelamiento: Una guía para la reforma de políticas en América Latina y el Caribe

O uso do cárcere como resposta frente as drogas têm afetado desproporcionalmente as mulheres. Na Argentina, Brasil e Costa Rica, mais de 60% da população carcerária feminina está privada de liberdade por delitos relacionados a drogas. Muitas delas, têm pouca instrução, vivem em condições de pobreza e são responsáveis pelo cuidado de pessoas dependentes – crianças, adolescentes e jovens, pessoas maiores, mas com deficiência.
Neste sentido as orientações produzidas por WOLA e a Comisión Interamericana de Mujeres entre outros, incorpora um olhar sobre a problemática dos CAAPEs na página 35, que também cita a Invisíveis: Até quando? y fazem menção a boas práticas realizadas por organizações que formam a plataforma.
Próximos pasos hacia una política penitenciaria de derechos humanos en Uruguay

Este documento foi produzido pela oficina do Relator Especial Contra a Tortura das Nações Unidas. É uma publicação que reúne análises, opiniões, recomendações e propostas de algumas vozes mais influentes do Uruguai no que diz respeito a promoção dos direitos humanos e a prevenção da tortura e os maus tratos em situações de privação de liberdade.
Na página 133, se encontra o capítulo “Niños, niñas y adolescentes de padres y/o madres encarcelados: un fenómeno invisible” que é uma contribuição de Gonzalo Salles, Diretor de Gurises Unidos.
Violencia, niñez y crimen organizado en América

A Comissão Interamericana de Direitos Humanos publicou este informe sobre esta temática onde também se fazem alusão a filhos e filhas de pais encarcerados e citam nosso estudo, Invisíveis: Até quando? (pág 205). Fazem poucos meses a CIDH criou este sitio multimedia onde se apresentam os principais resultados, conclusões e recomendações da publicação.
